chiquinho scarpa – Vogue RG

 

 

Por Cristina Ramalho

Primeira história:

Década de 70. Chiquinho Scarpa ouve seu pai comentar com Rubem Berta que havia chegado o primeiro Boeingem Congonhas. Chiquinhofoi conferir – quando chegou lá, o Boeing, avião grande demais para os padrões acanhados da época, mal cabia no hangar. Estava com o rabo para fora – ainda branco, sem marca da companhia de aviação. Chiquinho sorri. Idéia. Na mesma hora, liga para o melhor amigo, Rob Tulli, e sapeca essa: “Vamos tomar um café no Deux Magos, em Paris?”. Rob titubeia: “Como assim?”. Chiquinho insiste: “Comprei um jato. Chama o Cito (Mendes Caldeira), chama o Carlinhos (Salem), os amigos, vamos hoje mesmo para Paris.” Linhas congestionadas no jet-set. Todos se ligam, “Chiquinho comprou um jato”, o assunto corre. Em minutos, malas são feitas entre risos privilegiados.

 

Rob Tulli ligou para o patriarca Scarpa para confirmar. Resposta evasiva do pai de Chiquinho, acostumado a perguntas absurdas sobre o filho. 22h, todo mundo no aeroporto, e lá está o avião, com o brasão Scarpa colado na cauda. Todos posam, sorridentes, para a coluna Tavares de Miranda, um sucesso. De repente, Chiquinho dá uns gritos com um sujeito vestido de comandante: como a turbina não havia sido revisada? Assim ninguém poderia embarcar. Muxoxos gerais. Paris ficaria para outra vez. Acontece que se alguém reparasse melhor, veria que o brasão dos Scarpa foi pregado ao contrário. E que o piloto era um ator contratado. De real, mesmo, só a foto na coluna social de sábado, com a legenda anunciando a viagem dos felizardos. Rob protesta. “Chiquinho, então não era verdade?” Ao que ele, no melhor estilo a-propaganda-é-a-alma-do-negócio, retruca: “O que é melhor? Ir a Paris ou sair na coluna social que nós fomos?”

 

Segunda história: Animado, Chiquinho espalha por aí que tinha em casa um escravo, eunuco, presente do rei Hussein da Jordânia, e ainda uma coleção de anões muito úteis para a vida doméstica. As informações sobre o exotismo da criadagem acabaram publicadas na extinta revista Interview, o que lhe rendeu uma tremenda dor de cabeça, ameaças de processos e diz Chiquinho que precisou pedir desculpas até para ONU. Enfim, esteve distraído.

 

Terceira história: Chiquinho conta em entrevistas que estudou Direito em Osasco, depois Economia no Mackenzie (“Passei colando”) e Parapsicologia no Colégio São Luís, com o famoso Padre Quevedo. “Uma das teses que estudei, por exemplo, era a fobia de um menino por cachorros. Foi feita uma reversão na mente dele até a vida intrauterina, e constatamos que a mãe dele, grávida aos cinco meses, foi mordida por cachorro. Mas a parapsicologia não é reconhecida”, explica. Tirante a faculdade de Direito, o resto é tudo lorota. Ou, pelo menos, é o que Chiquinho Scarpa diz agora, na versão 2007 da sua personalidade.

 

  Life is a cabaret e você está conhecendo algumas das melhores cenas do personagem Chiquinho Scarpa. Pregar peças em todo mundo e achar uma graça danada nelas é o que Chiquinho, o Conde Francisco Scarpa Filho, 55, tem feito desde menino. “Gosto de brincar, realizar meus sonhos de infância”, diz. E, como bom rico, ri à toa. Até o começo deste ano, por exemplo, seu recado na secretária eletrônica era assim: “Estou fazendo mudanças na minha

vida. Se eu não lhe retornar, é porque você é uma dessas mudanças”. Cumpria o que ele queria. Dava um susto no ouvinte. Afinal, mesmo que você não seja amigo do Chiquinho, tampouco queira receber uma ligação dele, sabe como é: a idéia de que alguém pode não retornar nossos telefonemas porque somos uma página virada provoca na gente um certo desconforto. “Era uma brincadeira, a tradução de uma frase que vi em inglês, não queria dizer nadaem particular. Masamigos meus se assustavam”, fala Chiquinho. E dá risada.

 

Acontece que a mensagem tinha um quê de vida real: esse Chiquinho tá diferente. Já começou o ano mudando de estado civil. Casou-se, em 28 de janeiro, com a loira Rosimari Bosenbecker, uma gaúcha bonita de 35 anos, ex-namorada do Paulinho, cantor da banda Roupa Nova. Rosi é uma moça de Pelotas, conhece Chiquinho e sua família há uns 15 anos, parece ser tranqüila e acha o marido “um fofo, tem um jeito de criança”. Como não iria sucumbir ao romantismo vintage do Conde, de mandar flores, oferecer champanhe, ser galanteador? “É o sonho de toda mulher”, confessa. Ela, por sua vez, entra em cena para valorizar a persona do marido. Sua preocupação é que Chiquinho se mostre como deve, não seja ingênuo, e não fique mais só lembrando traquinagens de outros tempos. Nada a ver com aquela outra loira, a Carola, que há alguns anos saiu esbravejando que surpreendeu Chiquinho e os seguranças ocupados em afazeres que não deviam ser os seus.

 

O Conde, como bom cavalheiro, não fala um a negativo sobre Carola. Para encerrar qualquer maledicência sobre por andou se arriscando, ele repete sempre que só não fez três coisas na vida: saltar de pára-quedas, usar drogas e ter uma relação homossexual. E papo findo. Agora, marido novamente, planejando ser pai de família (“Vamos ter um casal, Francisco e Maria Eduarda”), Chiquinho cansou das coisas extravagantes. “A Rosi me alertou e tem razão. Resolvi contar quem eu sou de verdade. Falei muita história, fiz muita piada, espalhei coisas nas entrevistas porque eu me divertia”, diz. Culpa dos incautos ouvintes, que caíam na conversa. Como resistir se um repórter publicava quando ele dizia que no seu iate tinha uma piscina de água quente, outra de água fria, e uma vazia para quem não sabia nadar? “Não tinha assunto para falar, então inventava, inventava, inventava, e o pessoal acreditava, aí eu falava mais”, confessa o Conde. A outra parte da culpa, aí é com a psicologia. Chiquinho contou neste papo com a VOGUE RG que na infância admirava os pais à distância. “Eles tinham uma vida com muito mais glamour, festas, a casa cheia”.

 

 

Álbum de família

 

O pequeno conde e sua irmã Fátima acabaram criados por fraulein alemã (Renata, a caçula, viria depois), e passavam mais tempo na casa de Bento de Almeida Prado e a Meg, mulher dele, amigos da família. “Meu pai nunca foi afetuoso comigo, ganhei o primeiro beijo dele quando fiquei noivo da Rosi”, desabafa. Sem açúcar, sem afeto, ele cresceu soltando a imaginação. Hoje revela: Nunca teve iate. Viajou muito menos do que fez todo mundo crer. “Fui umas 2 vezes a Londres,2 aParis, Nova York, uma sóem Monte Carlo, não conheço quase nada, nunca tive jato, não ia para a escola de Rolls Royce, nada disso”.

 

É preciso entender que esse Chiquinho é outro. Sai pouco de casa. Demorou a responder esta entrevista. “Engordei demais, e enquanto não perder peso, não quero me mostrar”. Parou até de frequentar a turma do aikidô, “a arte da paz”, uma arte marcial baseada no adestramento da mente, do corpo e do espírito, a qual vem se dedicando nos últimos cinco anos. Hoje só pratica em casa, e, como é shodan (faixa preta 1°grau) quer voltar logo à forma para virar instrutor dos menos privilegiados. Sim, o Conde está mais humilde. “Presto muito mais atenção às pessoas”. E se o dinheiro faltar de vez, ele garante que estará na sarjeta. “Vou ser garçom, não faço idéia do que vai acontecer comigo”.

 

Pela suas contas, a vida sossegada pode acabar assim que o pai dele, Francisco, 96, falecer. “As Organizações Scarpa estão paradas há 6 anos, o patrimônio é zero. Tudo o que temos está na empresa Franscar. Minha mãe (Patsy, 80) tem 50%, eu, 16%, minhas irmãs Fátima e Renata têm 16% cada uma. Se meu pai faltar, minha mãe e minhas irmãs me tiram da jogada”, enfatiza. De qualquer forma, o Conde está mais comedido. Com sua Rosimari, diverte-se jogando gamão ou assistindo DVDs de ação e comédias sofisticadas, como A Pantera Cor-de-Rosa. Também parou de fumar – Chiquinho fumou 60 cigarros diários por 43 anos – e, condizente com o estilo zen, deixou de andar armado. “Tinha de percorrer fazendas no Acre, no Amazonas, em Roraima, estava sempre com meu 38, e não ficava desarmado nem aqui”.

 

Os tempos também não são mais os mesmos. “Ninguém mais sai tanto, a economia piorou, muitos amigos meus foram morar fora do país”. Entre as novas histórias que entram para o seu folclore pessoal, corre a notícia nas rodas de trufas que Chiquinho, apesar de se apavorar com a possível pobreza, está mais rico agora, graças a felizardas transações na Bolsa. Ele se espanta. “Eu? Nunca ganhei nem rifa”. O dinheiro é maior no banco, diz, porque sua família vendeu a parte que ainda possuía de cervejarias (os Scarpa foram donos da Caracu, mais tarde agregada à Skol) para a Ambev, há uns cinco anos. Também venderam, há três anos, sua parte da Usina São Francisco, em Capivari, para o grupo Cosan, o maior grupo açucareiro/etílico do mundo. Com a venda da usina, Chiquinho recebeu, todo dia 30, um cheque no valor de R$ 1.198.000,00 (leia por extenso: um milhão, cento e noventa e oito mil reais).

 

De onde vem o dinheiro?

 

 Nenhum centavo desse dinheiro, diz ele, paga a conta do champanhe. Vai para investimentos, fala Chiquinho. E explica que a vida do clã Scarpa vem atualmente do lucro de loteamentos (em Cumbica,em Rio Claro, em Jacareí, e um projeto embargado numa praia particular do Guarujá), da participação acionária nos armazéns que abrigam a produção de seringueiros do Amazonas, do Acre (“Um extrai a borracha, o outro rouba, um atira no outro, a gente só tem os armazéns, aquilo é uma loucura”), da parte das tecelagens que sobraram e de outras aplicações financeiras que ele não detalha. Os Scarpa já foram muito mais abonados, é fato. Mudou de mãos o dinheiro. Mudou o glamour do mundo. Mudou de estilo a grã-finagem paulista. Como os Matarazzo e os Crespi, os Scarpa saíram da Itália e enriqueceram por aqui nas décadas de 20 e 30. Chegaram no Brasil no final do século 19, montaram um armazém de secos e molhados e logo criaram sua primeira fábrica de tecidos, a Nossa Senhora da Ponte,em Sorocaba. Em SãoPaulo, Nicolau e Francisco Scarpa compraram a Caracu, depois várias indústrias, metalúrgicas, fábricas de cimento, usinas e dezenas de fazendas de gado – Francisco, pai de Chiquinho, foi sócio de Assis Chateaubriand em várias fazendas.

 

  Chiquinho, que nunca foi muito fã de negócios, e ainda era o único filho varão de Francisco, não seguiu o estilo empresário modelo da sua árvore genealógica. É de outra cepa. Mas nega que tenha vendido tudo da família. “Nunca vendi nada, quem vendeu tudo foi meu pai”. Exerceu seus talentos em outros campos. Chiquinho cresceu numa era de bons vivants que teve seu auge anos antes, na figura de outro personagem bem nascido, bem vivido, baixinho, chamado pelo diminutivo e sujeito bom de festas: Jorginho Guinle. Tudo bem, Chiquinho não teve o glamour hollywoodiano do seu antecessor Jorginho, namorado de Kim Novak e Rita Hayworth, entre tantas, mas também já contabilizou muito caviar no currículo. Foram muitas loiras, em vários tons da química; festas, aos milhares, de black-tie e risadinhas desinibidas no salão.

 

Era manter o cabelo irretocável, chegar no lugar de Rolls Royce, em outro carro a equipe de seguranças metidos em ternos divinos. Era desamarrar a gravata no final da noite de olho numa moça de sorriso maroto. Era ver o amigo Oswaldinho Vidigal encher um helicóptero de pacotes de Sonrisal e atirar os comprimidos na piscina do clube Harmonia. Era andar aprontando com uma turma de jetsetters como o jogador de golfe Toninho Abdalla (“Ele tinha um Porsche, enquanto meu pai meu deu um Fusca”) ou o Sérgio Mellão, chegado num carteado. Era ser fotografado um dia com Caroline de Mônaco (que ameaçou processá-lo, conta o Conde, quando ele espalhou que foi seu namorado) outro com Anthony Hopkins, mais outro com Danuza Leão no Hippopotamus. Era tudo no superlativo.

 

Programa com os amigos eternos – como Carlos Eduardo Calfat Salem, empresário e idealizador da Ação Criança, e o médico Roberto Tulli – ainda se repetem, como pegar um avião aquiem São Paulona noite de 31 de dezembro e aportar no edifício Chopin, em Copacabana, para ver os fogos do apartamento de Narcisa Tamborindeguy. “Todos os anos fazemos isso. De carro vão os seguranças do Chiquinho, mais comes e bebes”, diz Carlinhos. Aí é festejar o Reveillon em todas as festas dos apartamentos do prédio, ao amanhecer pegar um avião de volta e tomar o café da manhã cinco estrelas na casa do Carlinhos. “Com o Chiquinho tenho muitas histórias, somos amigos desde garotos, ele é meu amigo da vida toda. O que mais a gente faz? Rir. A gente se diverte muito”, diz.

 

Rob Tulli acrescenta: “Ele é muito generoso, posso ligar para o Chiquinho a qualquer hora, está sempre pronto para me ajudar, é o meu melhor amigo”, fala o médico. E rindo, vai lembrando histórias, como a do Boeing que ia para Paris, ou aquela outra vezem que Chiquinhomandou roubar as calcinhas de uma modelo, láem Bariloche. Outroda turma é o dentista dos famosos Guy Puglisi (que atende Paulo Maluf e Silvio Santos). “Nada disso na minha boca é meu, tudo jaqueta, o meu amigo Puglisi é incrível”, diz Chiquinho, escancarando os dentes, ao seu estilo. Como sempre, não tem pudor de abrir a boca.

 

 Em certas coisas, aliás, ele não muda. Os amigos são de anos, alguns empregados estão na casa de 6 mil metros quadrados há gerações (na verdade, três casas no terreno dos Jardins: Chiquinho e Rosi moram com os pais dele; as irmãs Fátima e Renata, moram cada uma em uma), o cabelo impecável, o lenço no paletó, a mania dos cosméticos. Chiquinho já nasceu metrossexual. Mantém um estoque de Botox para eventuais retoques, usa creme para tudo, toma vitaminas para retardar o tempo, recebe a manicure Kátia e o cabeleireiro Klaus Borges todas as quintas. O que lhe dói, agora, é o excesso de peso. “Não dá. Você quer amarrar o sapato, não consegue; quer ir ao banheiro, não enxerga o que precisa”, protesta. Se a verdade dos fatos depende de como se enxerga, quando não há outro jeito, ele edita. “Quando o Nirlando Beirão quis que eu posasse para uma foto para um livro sobre os Jardins, eu mandei cortar um terno na parte de trás, e vesti como se fosse um avental, sem abotoar”. Por trás da roupa-cenário, ele estava só de cuecas, sentado numa cadeira, pose de nobre. Nem tudo foram flores nesta idéia. “O fotógrafo pedia: mais para a direita, mais para a esquerda. Levanta um pouco. E eu não me mexia, né? Não podia”.

 

Acontece que se os novos tempos parecem menos dourados, da porta para dentro a fantasia há que continuar na casa do Conde Francisco Scarpa Filho. A decoração é clássica, antiga, com boas telas (ele contabiliza até um Picasso fase azul e um desenho de Portinari) e um quê de filme dos anos 40/50, como se a irreal Norma Desmond de Crepúsculo dos Deuses fosse descer a escada a qualquer momento. E tem champanhe no gelo, criados servindo de uniforme, a Rosimari bonita, a Maseratti na garagem pronta para sair. Num instante, pode até pintar uma festa. Umas risadas. Mas espera aí: tudo isso é verdade?

 

 

23 Comentários (+adicionar seu?)

  1. Fernando Zarakauskas
    mar 08, 2012 @ 05:59:18

    Ôi, Chiquinho, belos bons tempos aqueles em que tudo era cinematográfico e a força da energia que possuíamos permitia que tudo era conquistado a um toque de mágica e parecia se realizar conforme nossos pensamentos…
    Sou cria do Jardim Europa como tantos outros privilegiados que nasceram nesta região de haute monde e creio que nos cruzamos várias vezes nas badalações desta cidade megalópica.
    Cineasta, posso dizer que vejo tudo como se fora um filme onde a fantasia rola solta. Penso que poderíamos até fazer um filme longa-metragem super moderno
    contando as aventuras daqueles tempos áureos, película que deslumbraria e seria um arquivo para a história contemporânea, mostrando às futuras gerações como era a cidade de São Paulo e as ramificações dos personagens em outras cidades badaladas do mundo, tudo regado a muito champanhe, caviar e carrões importados seguidos de viagens e festas inesquecíveis.
    Comecei a escrever um roteiro sobre o assunto. Vamos ver a opinião dos irmãos
    Gullane, que são os melhores produtores da atualidade no país, e depois buscar
    com o Fernando Meirelles ou o Hector Babenco a palavra final.
    Acho que daria certo e o retorno do investimento é garantido, baseando-me naquilo que a opinião pública mais gosta: luxo, luxo, luxo e quanto mais luxo, melhor, conforme o Denner.A filha dele é produtora de cinema, conhece?
    Abs.

    Nando Zara

    Responder

  2. Ricardo Maia Martins
    ago 29, 2012 @ 14:29:31

    ums com tão pouco e outros com muito, não tou desdenhando e men questinando a vida dos outros sei que as pessoas fazem por merecer o que tem acho até bonito o que fazem pelo os utros… eu,penso o dia todo , durmo pensando e acordo sonhando como posso dar um futuro o que posso fazer pra que minha vida melhore , tantos planos tantas idéias que ficam na minha cabeça as vezess ela chega até o caderno ou pc sei lá. Sei, sei que a vida é assim sei que na vida temos lutar , acordar, sofrer, pra conseguir o que queremos ou o que sonhahmos.. só não sei até quando.

    jrmartins.

    Responder

  3. ibiapina
    set 21, 2012 @ 23:44:38

    Quem vive de recordação é baú. O espaço atual, não tem mais vagas para certas bisonhices e golpitos para aparecer na Midia…. finados. Ex (s).. Sub (s) . Vice (s) foi forammmm…

    Responder

  4. marlene
    out 18, 2012 @ 04:22:25

    Quem como eu tem o prazer de conviver com a familia Scarpa, conhece a indole, a honestidade e principalmente o respeito que eles tem com todas as pessoas. Viver bem, e ter bom humor não é pecado , e isso Chiquinho faz com maestria , a vida ao lado dele é uma eterna festa.

    Responder

  5. Robson
    out 25, 2012 @ 16:03:18

    Dinheiro acaba minha gente, tive avô rico e a filha dele(minha mãe) passou até fome.
    Hoje o que temos é graças ao trabalho do meu pai e meus estudos!
    Não faço questão nenhuma de ser rico, só sinto por não ter conhecido meu avô materno, que se foi graças ao maldito dinheiro.

    Responder

  6. Rodolfo Izael Dos Santos Izael Dos Santos
    nov 02, 2012 @ 00:01:50

    A BURGUESIA FEDE!!!!!!!!!!!!!!ENCHOFRE OU SERIA ENXOFRE,AH DANE-SE FEDE DO MESMO JEITO NÃO IMPORTA O QUANTO SE PERFUMEM OU DO GLAMOUR DE SUAS FESTAS REGADAS A LUXÚRIA E ESBANJAMENTOS NO FINAL DE TUDO,OSSOS E PODRIDÃO É O QUE RESTARÁ E TENHO DITO.

    Responder

  7. A Corretora de Seguros
    dez 17, 2012 @ 23:51:58

    Muito interessante …

    Responder

  8. Vanilda G. de Souza
    jun 13, 2013 @ 02:37:41

    Parabéns por tudo que voçe é. Te admiro não pk voçe é rico e sim pelo seu maravilhoso astral por isso te cuto muito.
    bjs, seja sempre feliz

    Responder

  9. antonio carlos estevão
    jul 23, 2013 @ 20:53:42

    Chiquinho: tenho 2 cautelas de ações da Cia. Cervejaria Cayru. Elas tem valor?
    Voce se interessa por elas?

    Responder

  10. Claudio
    set 02, 2013 @ 12:49:59

    Gostaria de ser pobre um dia; todos os dias e foda. rsrsr

    Responder

  11. Daniele
    set 17, 2013 @ 16:28:15

    Para mim, Chiquinho Scarpa é o mesmo imbecil de sempre…. não aprende nd com a vida, e não ensina nd a ninguém.

    Responder

  12. delourdes maria
    set 17, 2013 @ 16:29:42

    sou coatureira luto com dificuldades e junto vendo alguns aviamentos nao ganho nem mil reais nomes quer o numero da minha conta ,qualquer 50000.00 me ajudaria e muito kkkkk

    Responder

  13. deno
    set 17, 2013 @ 21:32:55

    ESTE CABRA SAFADO NOGENTO ENTERRA O CARRO PRA SE AMOSTRAR ENQUANTO O MUNDO TA CHEIO DE CRIANÇAS PASSANDO FOME , HOSPITAIS DE CANCER , HOSPITAIS DE QUEIMADOS ETC , PRECISANDO DE AJUDA E ESSE CORNO SAFADO ENTERRA UM BEM NO VALOR DE 1,5 MILHÃO . QUE DIABO LHE CARREGUE SEU FRESCO.!
    alguns segundos atrás · Curtir

    Responder

  14. jesse
    set 19, 2013 @ 20:01:38

    A vida a vida te pergunto ,q alegria ela te deu?
    quem é Deus p vc um acaso, será q vc já viveu .
    uma esperiência c ele ,ou ja teve um encontro c ele?
    claro q não …quando tiver vc vai ter tudo .
    tem medingos sem o q comer mas é uma felicidade maravilhosa as coisas
    boas esta nas coisas simples .
    Ele Deus não quer seu dinheiro ,ele simplesmente quer o chiquinho
    scarpa p passar o amor q ele tem c vc
    e te dar uma vida nova…
    Jesus te ama

    Responder

  15. Balbina Ferreira Baptista
    set 20, 2013 @ 14:22:01

    Balbina eu acho um absurdo enterrar um carro deste será que o chiquinho nao está com Remorso de nao ter feito o enterro da Mulher dele que praticamente Morrettttttttttttttu de fome eu tomarasempre admirei muito ele mais agora fiquei muito triste tomara que apareça no patio dele um batalhao de Homens armados rendam ele e arranque este carro e der para os pobre que estao passando fome e morando nas ruas

    Responder

  16. Samuel Augusto Silveira
    set 20, 2013 @ 15:23:56

    Para mim o Chiquinho Scarpa é e sempre será um grande sonhador, cada um faz da sua vida o que bem quer, a escolha do caminho é opção de cada um e devemos respeitar, na verdade não acredito que ele tome essa posição em enterrar seu patrimonio, na verdade ele chama a atenção das cameras para ele no objetivo em lançar mais uma campanha. “Doação de órgãos.”

    Responder

  17. Oswaldo Albuquerque Orlandino
    set 20, 2013 @ 16:27:35

    Dale Chiquinho. A vida é curta, faça tudo o que tem na cabeça desde que sem prejudicar ninguém. Você pode, va em frente, cata a muierada e manda vê, o resto pule por cima e meta o pau…abraço

    Responder

  18. Luiz Claudio Souza Costa
    set 21, 2013 @ 06:25:40

    É uma babaquice, mas divertida.

    Responder

  19. REGINALDO RODRIGUES
    set 22, 2013 @ 13:36:24

    TUDO TEM FIM ALGUM DIA ,SIMPLESMETE PODERIAMOS TIRAR 50% DO MILHIONARIOS DO BRASIL E DIVIDIR COM OS POBRES, TIRAR 50% DOS IMPOSTOS E TACHAS E DIVIDIR COM OS POBRES,AUMENTA 50% OS SALARIOS, E POR ULTIMO PARA COM ESTA CORRUPÇÃO DOS TRES PODERES E DOS EMPRESARIOS…! SOBRARIA FELICIDADE ,SAUDE,MAIS AMOR E VONTADE DE VIVER.

    Responder

  20. valter
    set 23, 2013 @ 19:41:02

    o chiquinho me da essa bentley eu também quero ser pleyboy

    Responder

  21. henrique wallace
    set 24, 2013 @ 12:49:37

    Eu acho que,a familia Scarpa, é uma exelente pessoa.Construiram tudo Honestamente….

    Responder

  22. fausto filho
    out 05, 2013 @ 12:53:35

    acredito que fazemos nossas escolhas! Vivi como rico por muitos anos! Abri mao da minha familia por amor ao dinheiro ate me ferrar… Existem casos em que dinheiro nao serve pra nada… Quando se faz um seguro. Logicamente o intuito e o de garantir o bem segurado. Ja li que tem gente fazendo seguro ate da bunda! Pois bem! Eu fiz o seguro da minha vida com Jesus Cristo! Doar orgaos e importante sim. Porem… Garantir que esses orgaos que sairam de um morto para outro morto seram realmente uteis so e possivel caso este receptor tenha o conhecimento que nao somos nada sem Deus… Eu achava que Deus nao faria nunca o que meus avos diziam sobre mim! Hoje nao me vejo mais no mundo. Porque Deus nao nos fez para o mundo Scarpa. Deus fez o mundo pra nos! Cansei de frequentar festas! Hoje vivo em Balneario Camboriu vou pouco a SP e tenho pena quando encontro meus amigos namesma. Frequentando o spot e etc… Nao evoluiram ainda… Sao ignorantes. Fst. 049 9810 1387

    Responder

  23. alves
    fev 07, 2014 @ 12:43:36

    O Chiquinho está muito certo, se tem dinheiro e é de origem licita, é fazer aquilo que gosta, contanto que não prejudique ninguém em qualquer segmento da sociedade. É um cara acessível, sem orgulho, nunca vi os outros, não sou rico, mas admiro a figura do Chiquinho.

    Responder

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